Inovação é nosso DNA!

É com este lema e com o compromisso de levar sempre o que há de mais moderno a seus clientes que a CONSMASTER inicia o segundo semestre com novidades.

A empresa apresenta ao mercado o lançamento da sua nova logomarca, que representa a direção e os novos caminhos que a CONSMASTER pode indicar às empresas com soluções que garantem eficiência e competitividade no mercado.

O novo slogan, ‘More Than It, retrata a postura da empresa, que mais que um simples fornecedor é um verdadeiro parceiro do cliente, atuando como um full provider e agregando valor ao negócio.

E prova deste novo posicionamento são as parcerias fechadas pela CONSMASTER com duas gigantes de tecnologia.

Uma delas é com a SAP, líder mundial no mercado de aplicações de software empresarial, com a oferta do SAP S/4HANA, principal suíte de negócios e gestão da companhia, desenvolvida para ajudar de maneira simples empresas de todos os segmentos a atuarem em um mundo digital e conectado.

A CONSMASTER também fechou parceria com a Microsoft, empresa referência mundial e líder em plataforma e produtividade para o mundo ‘mobile first, cloud-first’, disponibilizando agora todas as licenças da linha OS.

Consulte a CONSMASTER e bem-vindos à uma nova era tecnológica!

Empresas apostam em TI para driblar a crise

15_08_2016

Segundo a IDC Brasil, uma das principais consultorias de inteligência de mercado em Tecnologia da Informação e Telecomunicações, a despeito da crise, o mercado de TIC deve manter a trajetória de crescimento este ano, evoluindo d2,6% em comparação ao ano passado.

Para a IDC, o difícil cenário da economia brasileira condiciona os investimentos e desafia as empresas a melhorarem sua eficiência e desenvolverem diferenciais competitivos, abrindo oportunidades para soluções tecnológicas escaláveis e flexíveis.
Conheça algumas tendências que darão a tônica do setor de tecnologia este ano:

Migração para o digital

Novos modelos de negócios continuarão a ganhar espaço em 2016, suportados pelos pilares da 3ª Plataforma – cloud, mobilidade, mídias sociais e big data. Mais da metade das empresas no Brasil embarcarão em DX – Digital Transformation, estreitando a relação entre TI e linhas de negócios.

Assim, soluções baseadas em modelos colaborativos ou de compartilhamento, e novas aplicações desenhadas para rodar em cloud e oferecer uma experiência consistente ao usuário final – em qualquer lugar e em qualquer dispositivo -, assim como novos modelos de processos, como design thinking, estarão em foco.

Internet das Coisas

A IoT (Internet of Things) deve movimentar US$ 4,1 bilhões no Brasil neste ano. No mercado corporativo, as empresas migrarão aplicações tradicionais, como telemetria e monitoramento, para o paradigma de IoT.

No âmbito doméstico, em pesquisa recente a IDC constatou que em cerca de 10% dos lares brasileiros entrevistados havia algum dispositivo que transmite e recebe dados por meio da internet, como consoles de jogos, Smart TVs, ares-condicionados e câmeras de segurança, entre outros. A estimativa para este ano é que os dispositivos domésticos conectados à internet movimentam cerca de US$ 37 milhões no país.

Mobilidade corporativa

Neste quesito, a palavra de ordem em 2016 é segurança. Várias empresas têm adotado soluções móveis para aumentar a eficiência de equipes de campo, equipes de atendimento e colaboradores remotos. Mas se a maior disponibilidade de aplicações de negócios acentuou o interesse por soluções móveis, o aumento de dispositivos com acesso às funcionalidades de negócio também exigirá maior controle por parte das empresas.

Cloud

A computação em nuvem continuará crescendo em 2016. A porta de entrada para este mundo ainda serão os serviços IaaS (Infrastructure as a Service ou “Infraestrutura como Serviço”) em nuvem pública, enquanto PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço) terão o foco em cargas de trabalho que serão consideradas “corriqueiras”, ou de uso geral. A expectativa é de um crescimento de 20% nos serviços de cloud público ao ano, até o final da década.

Clouds privadas devem ganhar em organizações que optarem por investir internamente, buscando tecnologias que agilizem a disponibilidade do ambiente, e soluções convergentes continuarão despertando mais interesse entre os gestores de infraestrutura.

Big Data/Analytics

Conseguir diferenciais competitivos e resultados de curto prazo para driblar os efeitos da crise na economia devem impulsionar projetos de Big Data/Analytics, dando continuidade a uma tendência já apontada em 2015. A previsão é de que este mercado movimente US$ 811 milhões no Brasil este ano.

A proximidade entre as áreas de TI e de linhas de negócio tem levado a um melhor entendimento das necessidades das empresas, gerando bons resultados. O movimento tende a se intensificar, com uma expansão do uso e ampliação a novas áreas de negócios.

Social Business e Customer Experience

A IDC também indica maior interesse por projetos de Social Business e Customer Experience por parte das empresas que buscam destacar-se da concorrência no cenário econômico adverso. Até agora, as iniciativas em mídias sociais tinham como objetivo gerar awareness, colaboração e geração de demanda, mas não atraíam tanta receita.
Agora, as empresas devem potencializar seus canais sociais, combinados com big data e Analytics e mobilidade, para trabalhar com recomendações mais assertivas, análise e previsão de demanda, melhoria na experiência com dispositivos móveis, detecção precoce de problemas e atendimento com maior suporte para respostas e avaliação de sentimento. A consultoria prevê que uma em cada quatro empresas brasileiras iniciarão novos projetos voltados para social em 2016.

ECD e da ECF: novas regras exigem atenção

Este ano, a Receita Federal antecipou o prazo de entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD) e da Escrituração Contábil Fiscal (ECF), exercício 2015.

Mas, as mudanças instituídas pela Receita Federal foram muito além do calendário. Assim, passado os prazos de entrega e se antecipando para a obrigação no próximo ano, será que as empresas se atentaram a essas importantes alterações?

ECD

Além da antecipação na data, está a ampliação da gama de empresas obrigadas à entrega da Escrituração, com a alteração das regras de obrigatoriedade para as organizações imunes ou isentas e para as pessoas jurídicas optantes do Lucro Presumido. O texto da obrigatoriedade de entrega das Sociedades em Conta Participação (SCP) também foi revisto.

Outra novidade é a IN RFB n° 1575, que alterou as disposições da IN RFB n° 1515/2014 sobre a evidenciação das diferenças existentes entre a contabilidade societária e a contabilidade fiscal. Ou seja, as diferenças que antes eram controladas pelo Fcont agora terão que ser realizadas por meio de subcontas.

A adoção das subcontas obriga a geração de um Livro Auxiliar, apelidado de ‘Livro Z’, junto com o Sped Contábil. Todas as empresas que tiverem diferenças entre a contabilidade fiscal e societária devem entregar esse registro.

Alterações importantes também no layout do arquivo. Antes o DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) era lançado por período, mas agora deve ser demonstrado também o lançamento do ano anterior.

EFD

Consta agora no registro Y700 a Declaração de Informações de Operações Relevantes, Dior, que deve apresentar as informações relativas às operações que envolvam atos ou negócios jurídicos que acarretem supressão, redução ou diferimento de tributo.

A medida é polêmica. De acordo com o Fisco, esse registro deve trazer mais transparência na relação com o contribuinte; porém, na prática, agora as empresas são obrigadas a mostrar para o Fisco quais as medidas legais que adotam com o objetivo de reduzir, de forma lícita, a carga tributária. Em outras palavras, todo o Planejamento Tributário será submetido à apreciação.

Também há uma novidade boa para muitas empresas. O registro Y611 da ECF, no qual eram demonstrados os rendimentos de dirigentes, conselheiros, sócios ou titular das empresas no regime do Lucro Real, Presumido ou Arbitrado, foi extinto.

A ECF também agora tornou obrigatória o preenchimento do Demonstrativo de Livro Caixa para as pessoas jurídicas optantes do Lucro Presumido que se utilizem da prerrogativa prevista no parágrafo único do artigo 45 da Lei nº 8.981, de 20 de janeiro 1995, e que tenham receita bruta no ano superior a R$ 1,2 milhão ou proporcionalmente ao período a que se refere.

Além disso, agora todas as imunes ou isentas também estão obrigadas a entregar a obrigação.

De A a Z: entenda e fique por dentro das novidades do Bloco K

A Escrituração Fiscal Digital, sobretudo o Bloco K, tem causado discussões e preocupação entre os empresários, já que a obrigação irá exigir mudanças significativas no ERP das empresas e nos processos administrativos e produtivos da organização.

Braço do Sped Fiscal, o Bloco K tem o objetivo de prestar informações referentes à produção e ao estoque de mercadorias em poder da organização e em poder de terceiros ao governo. Hoje, as empresas fabricantes de produtos já são obrigadas a manter o Livro de Controle de Produção e Estoque, todavia isso não era prática dos empresários, já que o documento só era solicitado em caso de fiscalização.

Controle

Assim, o Bloco K irá transmitir os mesmos dados contidos no Livro de Controle de Produção e Estoque, que são: insumos utilizados, ordem de produção, perda de produção, ficha técnica dos produtos e produtos finalizados, porém com maior detalhamento e novas regras.

Para deixar essa informação mais complexa, será necessário registrar também os casos de perdas normais em qualquer processo produtivo ou troca de insumos, para todos os produtos fabricados pelo próprio estabelecimento ou por terceiros.

Impacto

Para que seja possível gerar essas informações é fundamental a empresa ter um controle efetivo da produção e dos estoques. E como o registro é complexo, com uma folha para cada espécie/produto, marca, tipo e modelo de mercadoria, é imprescindível às empresas terem uma solução automatizada que garanta a conformidade e o controle na geração e cruzamento de dados. O sistema também deve ‘conversar’ com o utilizado pelo profissional contábil, para que não existam divergências na hora de transmitir a informação à Receita.

Vantagens

Para se adequarem ao Bloco K, as empresas devem mapear todo o seu processo produtivo, como movimentação de estoque, movimentação entre terceiros, inventário, perdas, compras e vendas. Uma ótima oportunidade para reverem os seus métodos, já que o controle adequado da produção e dos estoques pode resultar em redução de custos, além de uma melhor visão dos processos, com a identificação de eventuais falhas e novas oportunidades.

Novidades

A Receita Federal publicou em junho a Instrução Normativa n° 1652, que dispõe sobre a obrigatoriedade de escrituração do Bloco K para os estabelecimentos industriais fabricantes de bebidas e de produtos do fumo a partir do dia 1° de dezembro deste ano.
Segundo a RF, como os setores de bebidas e cigarros são muito sensíveis em relação às questões de arrecadação tributária, é preciso um melhor acompanhamento econômico-tributário desses setores. Além disso, a escrituração também irá coibir a utilização de selos de controles falsos.

Prazos

Este ano, a Receita Federal mais uma vez alterou o prazo de entrega do Bloco K do SPED Fiscal. As novas datas são:

Janeiro de 2017 – indústrias que faturaram mais de R$ 300 milhões em 2014;

E atenção: também estão obrigados a escriturar o Bloco K a partir de janeiro de 2017 os estabelecimentos industriais de empresa habilitada ao Regime Aduaneiro de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof);

Janeiro de 2018 – indústrias com faturamento superior a R$ 78 milhões em 2015;

Janeiro de 2019 – demais indústrias.

Multas

Quem não entregar os dados ou entregá-los incompletos estará sujeito à multa de 1% do valor total do estoque do período. Se houver inconsistência nas informações, a multa chega a 150% do valor do imposto devido.

Mesmo que a obrigação tenha sido novamente postergada, melhor se sairá a empresa que já possui um planejamento e busca se adaptar às novas regras. Ao empresário, fica a oportunidade de melhorar seus processos internos, diminuir os custos de produção e aumentar a lucratividade.

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